terça-feira, 29 de março de 2011

movendo pessoas.

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Tragam todos os poetas, os fingidores de si!
Chamem os tolos e os bobos, que se entendam sozinhos!
Os atores em menor número que as atrizes, se é a lei natural.
Chamem os mendigos para o show da minha vida.
Estão intimados os carrascos, caixas de supermercado, ex namoradas.
Quero que saibam como eu os amo a todos e por isso convoco!
Venham assistir ao show da minha vida. Luzes e sombras.
Monte de desmonte.
Chuva que cai e se esvai ao nem tocar o chão.
O milagre da transformaçao me batendo na cara.
Venham, amigos! Venham principalmente os inimigos,
pois nesses olhos quero olhar. Cadê tua verdade?
Os detentores do poder. Os pais, professores, em combate.
What's your religion? Music it is. The most unanimous one.
Ask anyone if they like music.
Quem não gosta de música, que me atire o primeiro sax.
O resto combinamos pessoalmente.
A la carte.

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quinta-feira, 24 de março de 2011

A Troca Fundamental

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Um trocador que não
Troca. O que fazer?
Chamar o gerente.

Se o gerente é com quem fala.
E com a preguiça? O que tenho eu, de
Trabalho e desperdício?

Muitas perguntas,
Poucas respostas certeiras
Heranças de uma velhinha

A pobre economista
Esbanjava e sorria
Não abriu o bolso

Foi embora, e veio?
Algum dia, mês, planeta
Buscar alvo em estrelas

terça-feira, 22 de março de 2011

. O otario pega ônibus todo dia. Não atravessa a rua na faixa de pedestres, pois perde muito tempo andando até lá, quando já é seguro atravessar num pedaço qualquer de asfalto que não esteja vindo carro. Automóveis que descansam suas culpas sobre ombros humanos. Com seus óleos, gases, metano, polivalência química, alguém que me corrija. Otário é quem pega a fila gigante do metrô todo dia e, sem reclamar, espera mais dez minutos a chegada de um trem. Um bando de otário suava na plataforma enquanto um santo compartilhava aquele momento, cercado por aquela gente. Este santo escutava IPod com seus phones brancos, e nem percebia que o despiam da cabeça aos pés, com comentários sórdidos a respeito de seu estado. Estava suado. Molhado. A camisa ensopada de suor. Poderiam ser lágrimas. As mulheres estavam em silêncio, apenas olhando com ar de reprovação. O santo entrou no carro das mulheres. O único homem no carro das mulheres, e imagina as caras delas. Os otários seguiram nos outros vagões, apertados, espremidos, e ninguen tem nada com isso. O santo come carne. O otário, vegetariano. Áries vegetando. O santo vai ao inferno pagar visita, tem um bom relacionamento com todos e pendura a conta na saída. O otário paga. Esse é o início da história de um otário aleatório que criei a partir de um ponto de vista imperialista. Do tipo que vai ao mercado pelo menos duas vezes ao dia. Compra nescau e biscoito. O santo bebe vinho todos os dias. Às vezes bebe com seu amigo, o Vampiro. E a madrugada se estende sorrindo e embriaga até quem não sabe e fica vaga a idéia de quem apenas recebe a história, sem saber de nada. Se pergunta: "que ele quis dizer?" ou, "não entendi nada". Se identifica com isso? .

segunda-feira, 21 de março de 2011

dois compassos de dança e um gole de dignidade

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Dia sim, dia sim
Tento decifrar o seu jeito
De repente mais pra cá, mais pra lá
Qualquer coisa que vire defeito

Uma obra genial
De um artista inacabado
Sem espelhos,
Ele tenta remover seus monstros

Quem é que não sentiu piedade
De si mesmo?
Desse mês, morrer é certo
Resistir apenas ao sono e à idade

Qualquer instrumento
Criação de criança é vento
que sacode meus terremotos
Oba, brinquedos novos

Olhar para os lados
Lados são tantos, poucos olhos
Quantas possibilidades
Batem com o que concordo

Depende da hora
Sempre perfeita a obra
Quase nunca pronta, demora
Custa o tempo de uma vida fora

Vejo muito bem
Perfeita, você
Cheia de detalhes
Para entreter

Viajar é uma opção
Dar vida ao fruto
Beber para sempre do seu suco
Fazendo conchinha com as mãos

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Bem,

Sei lá sobre o quê escrever, as pessoas me cobram!
Depois que se começa, não dá mais pra parar, é uma coisa
de louco, isso! Procuro me acalmar de vez em quando, pois
é preciso variar as emoções, sentir cada uma.
Sentir a alegria e a tristeza em proporções similares.
Usufruir presença, usufruir saudade. Tocar a saudade.
Com a ponta de um dedo, depois outro e depois mais outro.
Assim como se toca um violão, uma navalha, a chama do fogão
e o corpo da mulher amada. Tocar a pele. Tocar o espírito.
Existe coincidência? Então que nome tem? É so falar e pá!
Duvido que haja, duvido que haja! Desafio qualquer um aí!
Por que você ainda me aparece de vez em quando? Pode ir, agora.
Estou pronto. Voa, gaivota! Voa, voa...vou andando.
Aprecio a sinuosa camada de ar que me toca os poros e desliza.
A rua imunda onde piso não posso beijar, que seja o ar.
E muitas dessas vezes, páro, no meio do caminho, assim...
parado mesmo e começo a pensar. Penso um pouco. E quando realmente
me concentro, o pensar já não está lá e eu só percebo quando volto
ao que escrevo. Apesar de tudo, isso aqui é um puta soco de realidade.
Pensando bem.

domingo, 20 de março de 2011

- luxo de pobre, o que é?

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Onde sou?
Quem estou?

O fascínio que mofou
Dentro de mim pelo amigo,
Jura por toda palavra que anda
Assim assim com o bicho-grilo lá
da praça dos brinquedos

E me disseram que não podia brincar
Que eu era muito velho para brincar
Me tomaram os sonhos, me tiraram na marra
Todos os meus apegos e amarras

Até mesmo eu, com o luxo do protesto,
Perturbei outra vida. Uma aranha tímida
Negona era safada, vez que eu soprava, e soprava
E soprava a bichinha e ela não caía
Vez que soprava muito forte, ela escorregava
Soltava sua teia e voltava
Era como se pudesse voar
E não soubesse como

Disseram que a vida era difícil
Que o homem precisa lutar, sofrer, se sacrificar
Precisamos de quê?
Diga algum folgado, menino ou menina, seja daqui ou de fora
Me fale dos meus desejos
Conte-me, vamos, dos seus novos beijos
Tenho muita vontade de seguir

Cada um tem seu luxo.
Até que me permito muitos

Como se esse "até" significasse pensar


...

quarta-feira, 9 de março de 2011

E dedico a você

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Eu tiro fotos
Ando nas ruas
Vou olhando como o vento me passeia

Um passarinho
Cheio de cores
Me acena, me entende
E se vai.

Sentimental eu me vejo
Com um doce arrepiar
De subir no amor
E sorte grande eu tirei

Quando começa o som desse mister
Eu me repouso no abraço de mim com o tudo
E entendo, John, quando você diz com o seu instrumento
Que não era hora de tocar nada

Outras,
Todas as horas.
Doze horas de espírito
Tocando as nuvens de som.

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Blog... blog... blog...
(andando no pântano)

Blog... blog... blog...
(saindo da lama)

Blog... blog... blog...
(morrendo afogado)

Blog...
(morto)

...
(nada acontecendo)

Blog!
(vivo de novo)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Alegria!

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Que seja decretado o fim dos problemas.

Que a vida seja de alegrias, pequenas.

Grandes alegrias que fazem da vida uma grande celebração.

Que o riso seja a ordem maior.

Óleo que lubrifica as ferragens que giram o mundo.

Que as religiões busquem a felicidade.

Esqueçam as culpas, os pecados, os sacrifícios, o suicídio.

Àqueles que vão às igrejas, não esqueçam a oração do dia.

Tragam consigo, para fora do templo, aquela magia.

Vamos rir! Trazer por semelhança, toda a riqueza de vida.

Que o fim dos problemas seja a nova ordem.

Que o meu espírito se acalme em busca de um novo eu.

E que todas as cores pratiquem a paz, e eu vou buscá-la.

Que eu seja orientado pelas forças do mundo

No melhor caminho, nas escolhas de rumo.

Que o amor seja viável.

Que a dor exista, para que nos lembremos,

Mas que seja branda e sem castigos extremos.

Que o amor seja a nova ordem.

Que seja decretada a licença para se amar em paz.

A licença irrevogável para quem ama de verdade.

Que o decreto seja válido, não na teoria,

Pois assim não se fará valer, mas na prática.

A prática do querer. Da liberdade. Do amor.

Alegria!

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

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Cogita a minha pica

Nem penso no caso e já reprovo,

De cara no parafuso torto da Miguel Couto.

Naquelas casas de câmbio,

Caras de cera com olhos brancos.

Perguntam o que quero, quando já sabem.

O dólar anda baixo, rasteja

Pelos meus bolsos com o cheque já amarrotado

E dobrado na parte do meio, batido e surrado.

Não fode, cara!

Você me falou que seguindo adiante

Eu encontraria uma agência com o sistema ativo.

E eu só fiz andar mais,

Ficar todo suado, nesse calor absoluto

Chegar lá e constatar novamente: sistema fora do ar.

Rodei de um lado para o outro

Como um animal nas touradas da Espanha,

O país do Real Madrid e do Barcelona.

Sem solução foi a condição

Em que fiquei, depois destes dias.

Contas que aumentam tão rapidamente

E a não saudação

Me deixa com os nervos alterados,

Os alteres guardados, jogados no chão.

Escuto, por acaso, o som da TV.

Por acaso, não costumo assistir,

A não ser nos momentos em que assisto.

Sigo seguindo sete segmentos singelos

Sem ser servido sal, sem sair, sem saber

Se sou sim, se sou só, sempre saindo solto si sustenido só.

Refazer. Diferente.

Sinto que preciso, daqui pra frente,

De alguém que não me veja como mestre.

Pensando bem, não preciso.

Posso seguir sozinho e conhecer pessoas,

Lugares, bichos e coisas e saber que são a mesma coisa.

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Um escritor à noite.

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As noites comuns são geralmente iguais.

Geralmente sou tão comum e indolente,

Que tenho a ousadia de pensar que posso saber

Da existência do que não sou.

Noites. Como eu vou saber?

Eu penso.

E exatamente no instante em que isto acontece,

Perco. Caio novamente nas regras, peça no tabuleiro.

Algum censor me cerca. Mal posso me mover.

Escrevo agora cuidadoso, em silêncio

Para que o guarda saia.

Saia palavra digna de ser escrita por este simples escritor.

Escritor.

Muito menos por conquistas, muito mais por tentativas.

Autor, escritor, achar algo que não está lá.

Tirar de qualquer coisa, algo vivo.


E simplesmente não estar, não estar!


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domingo, 24 de outubro de 2010

No attitude

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What if I cried all the tears and then died,
like a foolish child's story
When you became so cold hearted and vain
Just with me?

Only I get an attitude from your bad lips
and words that would cut off my throat
They could also easily rip my heart
and all the truth has already so early gone

It's that name again, and I gotta step away
Stop dreaming
Something has rung up inside me and told me that I
Should criticize myself into you

And let go
Let you run alone
find someone for you, your age,
your life, life-style, likes and so on...

So long...
So long.

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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Ou se tem, ou vem




Já entrei em Outubro, desde que longe eu estava.
Sempre fui perto, ainda que lá do outro lado espremo.
Ele chegou foi manso, já que o descanso o iniciou,
Numa sexta-feira de noite e luzes, cores e drinks de cor.


Venha o papel, venha a tela do computador,
Venha o deputado, o presidente e senador,
Venha todo dia, chega e bica, suga o suco da flor.
Chega a primavera, essa travessia entre amor e amor.


Mês de céu grande e mãe longe.
Outunos baixos e certos
De não acontecer.
Como se obedecessem.


Sejam todos acomodados em Outubro
Digo que é bom, e digo isso no escuro.
Apesar do sol bonito, o dia claro, a noite noite,
Meio fria, misteriosa e valente. Lua quente.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

De uma maneira, sinto que está ocupada. Ocupada com sua vida. A sua vida sem graça, sem muita diferença das outras vidas que a cercam. Mas claro, viva! Vá fazer as coisas comuns, é divertido. Vá curtir, pois somente quando se é jovem isto é possível. E quando se envelhece, ah… como saber? Estou cansado. É preciso uma regeneração. Uma reforma total aqui dentro. E isso vai acontecer, está acontecendo, vamos ver no que dá. A música permanece tocando para que eu sinta. Os três toques abafados e gritantes de Coltrane, que me batem da esquerda e eu sinto o flanar. Me invadem as notas, as pernoites, noites de meia luz e saudades. E há saudade no paraíso. Ao som de jazz, ao som de silêncio. O silêncio da menina me afoga na superfície de um centímetro. O esquerda acima na realidade era direita, mal que penso e recoloco as coisas no lugar, vem um furacão infanto e me traz ao centro de um abismo. Parado. Suspenso. Antes que algo aconteça, algo acontecerá. É como todas as noites na cidade do paraíso. Até controla-se a temperatura. Somente a do ar. A do ar condicionado. Condição. Com razão penso melhor esquecer. Impossível, baby. Temos tudo escrito. Está feito.

As ondas que nunca chegam, gramado de férias e repouso de bênção, merecem todo o meu proveito, este tempo maravilhoso em que vivo. Este mundo espetacular, coisa grandiosa que encanta e assusta. Mistério desprovido de sentido e todas as coisas assimiladas, em todos os sentidos. Bebo sorvete, ao invés de abrir um vinho vermelho de lágrimas de amor, coração quebrado. Torto. Solto pelas bordas do corpo e balançando a cada mexida. O órgão, o piano, os dedos, o som, ah. Há coisas que só o corpo entende. E o próprio entendimento disso se relaciona não conosco. Ar que move o tempo todo.

Estender o braço ao infinito, tocar sua brisa, seu cheiro de novidade e suspiro. Cada gesto, toque, estar perto, estar dentro, estar e ser. Viver o que se deve. Dever viver o que se quer viver, e afeiçoar o todo. Sentir sua respiração sentir a minha. Minha respiraçao sentir na sua. Fecha os olhos, sente. Eu faço isso e quando acontece, sinto que há tudo. Sinto que posso escolher. E o amor é a escolha favorita. Depois o sono, permitir o sono, permitir o confronto. Não saber o fim.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Complatéia

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Me torno contemplativo. Tento e não sei se consigo executar até o final, mas tento ir balançando um pouco, de um lado para o outro. Assim posso pensar que estou abrangendo de tudo. E vou partir, partindo o mapa que nos une. Águas salgadas nos separam. Ares de cânone. É um tal de gente pulando e festejando... Oba! Ihu! Yêêê!
Um ou mais corações partidos. Tudo parte. Parte de uma história com um jogo lindo, no Tarot da mais bela. E como uma flecha, um jato, vruuum! Passa raspando, só ouço o zumbido segundos depois. Paro para respirar certo e beber um gole do vinho que bebo.
Estou vestido com uma roupa de despedida. Sério. Anel no dedo. Faz parte de quê? Jogo, o substantivo. E todos se foram, todos se foram no último dia, só para não olhar para mim e pensar no fim. Despedidas são sempre estranhas. Tristeza, alívio, esperança, alegria. Que? É tão estranho este momento. Que sapatos são esses? Só agora?? Se não fosse hoje, o “se não fosse hoje” não seria o “se não fosse hoje”, seria o “se não fosse hoje”, não seria? Não. É surpresa! Queria não levar tantas coisas, tantos objetos. Gostaria de sentir se devo levar este. Vou para o leste. Agora sinto que não demoro por lá. Isso é interessante, pois o que sinto agora não tem relação com o futuro, aos olhos de algumas pessoas, mas quase sempre acerto, é impressionante.


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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

É a arte da consumação, podemos dizer, pois é um vir aqui e sem tentar pensar muito, escrever, escrever alguma coisa que me venha às pontas dos dedos sem ritmo que insistem no teclado meio-quebrado, um pouco duro, de modo que eu tenha que espancá-lo para conseguir tirar uma frase inteira assim, bem digitada. Consumar não é fácil. Consumação, quem gosta de pagar? É uma outra história. No dicionário vi que consumação é a cota mínima para se pagar em algum estabelecimento, ou algo parecido. Quando digo "a arte da consumação" e me refiro ao ato de consumar. Corro para lá, e corro para cada quina desta janela bege. Sair, não dá, vou tentar falar. Vou viajar. Vou e não sei se é bom. Sinto que volto logo. Às vezes. Outras não. Acho que a maioria. Meu filho. É amor para mim. Transborda. Vai para todo lugar comigo.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

por vezes esqueço que sou poeta.

Suma

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Sal

Saudade de

Dade

Dela


Orla

Orlando the

Land

Lendo


Mar

Maracanã

Maraca raca

Raça


Epa

Ipanema né

Mané?

Neca.


Urca

Te juro, cara

Tijuca Juca

De caju.


Céu

Selton, Belo,

Tom, Cielo,

E toma amarelo


Terra

Terráqueos que

Os hackers hackeiam

E ei, aonde está aquilo?


Obstáculo:

Ridículo

Testículo

Colado ao culo


Fim

Finca lá

Cala a fim

De calar


De colar

Lar

Largar cola

De lado lá



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